Igreja

Olá, sejam bem-vindos
A Igreja Adventista do Sétimo Dia de Jardim Planalto comemorou o 30° ano de Fundação e 8º Aniversário de Inauguração de seu Templo no dia 17/Dez/2008.

Histórico da Igreja (principais datas)
12.Ago.1978 – Fundação do Grupo na R. Torres Florencio e Rielli
Ago.1980      – Mudança para o salão da R. Milton da Cruz, 208
Nov.1981      – Aquisição do Terreno na Rua Vera Marta, 167
29.Mar.1987 – Início da Construção
12.Fev.1984 – Lançamento da Pedra Fundamental
12.Ago.1989 – Inauguração do Piso Inferior
30.Jun.1990 – Organização de Grupo para Igreja
18,Fev.1998 – Formação do Distrito de Jd. Planalto (SEDE – Jd. Planalto)
16.Dez.2000 – Inauguração do Templo Oficial

Horários de Cultos:
19h45 - Domingo
- Culto Evangelístico
19h45 - Quarta-Feira - Culto de Oração
 08h00 - Sábado - Classe dos Professores
 09h00 - Escola Sabatina
10h20 - Momentos deLouvor                                
10h30 - Culto de Adoração
16h00 - Culto Jovem


Nossos Pastores
- Fernando Luiz Antal – 1978
- Lázaro Jovino da Conceição – 1979 a 1982
- Djalma Messias Motta – 1983 a 1987
- Jeovah da Silva Goulart – 1988 a 1991
- Osi Carvalho – 1992 a 1994
- Eliezer de Oliveira Zanin – 1995 a 2000
- Galdino Pereira da Rocha – 2001 a 2004
- Wilson Ferreira Guimarães – Desde 2005

  Mensagem e propósito:

A mensagem da Igreja Adventista do Sétimo Dia está centralizada em Jesus. O evangelho eterno, a graça da salvação oferecida pelo extraordinário amor de Deus revelado na vida vitoriosa, morte vicária e ressurreição triunfante de Cristo.
A grande esperança da Igreja é o advento de Cristo, concretização da promessa do Senhor “Virei outra vez” para levar Seu povo a um novo lar; a verdade presente sobre o ministério contemporâneo de Cristo no Céu, atuando como advogado e Sumo Sacerdote para aqueles que O aceitarem como Salvador pessoal, perdoando os pecados num oferecimento de significado especial, sem precedentes, para tornar o povo sadio, santo e feliz.

  • Missão:

A missão da Igreja é anunciar as boas novas ao mundo no contexto da mensagem dos três anjos de Apocalipse 14:6-12, levando as pessoas a aceitar a Jesus como Salvador pessoal e unirem-se à Sua Igreja na preparação para Sua breve volta.
Esta é a mensagem universal, para todos, em todas as partes. A “cada nação, e tribo, e língua e povo”; a cada cidade, a cada vila; a cada país, comunidade, colônia e “criatura”. Isto é, a cada pessoa (Marcos 16:15).

  • Regra de fé:


A Igreja Adventista do Sétimo Dia entende que seu surgimento “no tempo do fim” foi especificamente definido pela profecia bíblica.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem como regra de fé, a Bíblia, a Palavra de Deus preservada ao longo dos séculos para a orientação da humanidade no caminho de volta ao Lar, para alcançar a vida eterna.
João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu filho unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

  • História:


A Igreja teve seu início modesto composto por homens e mulheres de várias denominações, tementes a Deus e que pelo estudo da Bíblia alcançaram a compreensão de que Jesus em breve cumpriria Sua promessa de regressar ao mundo. Foi um começo tumultuado com várias pessoas sendo expulsas de sua igreja porque haviam abraçado uma mensagem mais ampla através do estudo da Bíblia.
Este pequeno grupo foi crescendo, aumentando em número e no conhecimento da Palavra de Deus. Foi assim que, em 1863, este grupo se organizou em uma estrutura denominacional com o nome de Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Adventista porque crê na promessa de Jesus “Virei outra vez”. Do Sétimo Dia porque crê na ordem de Deus que o dia de descanso santificado por Ele é o Sábado, o sétimo dia da semana. Êxodo 20:8-11: “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou”.
Jesus confirmou que a lei permanece em vigor através dos exemplos deixados por Sua vida: "

Este é o nome e o porquê do mesmo.

  • A Igreja hoje:


Hoje a Igreja Adventista do Sétimo Dia é um corpo organizacional estabelecido praticamente no mundo todo com ao redor de 12 milhões de membros.

São 3 os níveis administrativos da Organização:

Igrejas e Congregações – formam uma Associação ou Missão.
Associações e Missões – formam uma União.
Uniões – formam a Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Os princípios e normas que estabelecem a base da fé Adventista do Sétimo Dia são 28 e estão listados na página "Crenças Fundamentais".

  • Sedes Regionais
  • Sede Sulamericana
  • Sede Mundial da Igreja
  • Nossa Administração
  • Nossa Estrutura
Sede Sul-Americana


Sede Sul-Americana da Igreja Adventista
Av. L3 Sul Quadra 611 Módulo 75
Tel.: (61) 3701-1818
Brasília - DF - Brasil
Sede Mundial da Igreja


General Conference of Seventh-day Adventists
12501 Old Columbia Pike
Silver Spring , MD 20904
USA

Phone: 301-680-6000
Fax: 301-680-6090

Nossa
Administração

Pr. Erton Köhler
Presidente

Pr. Bolívar Alaña
Secretário

Pr. Marino Francisco de Oliveira
Tesoureiro

Departamentais

Pr. Ranieri Barreto Sales 
Associação Ministerial e Evangelismo

Pr. Otimar Gonçalves
JA, Música e Desbravadores

Pr. Almir Maurício Marroni
Colportagem

Pr. Carlos Alberto Mesa
Educação 

Pr. Miguel Pinheiro Costa
Mordomia

Sra. Wiliane Marroni
Ministérios da Mulher e AFAM

Pr. Edson Rosa
Comunicação

Pr. Ivan Samojluk
Escola Sabatina

Pr. Jolivê Chaves
Ministério Pessoal

Pr. Alberto Timm
SALT e Espírito de Profecia

Pr. Edison Choque
Missão Global

Pr. Günther Wallauer
ADRA

Profa. Mirta Samojluk
Ministérios da Criança

 

Nossa Estrutura      

• Hoje a Igreja Adventista do Sétimo Dia é um corpo organizacional estabelecido praticamente no mundo todo, com ao redor de 12 milhões de membros.

• São 3 os níveis administrativos da Organização:

Igrejas e Congregações – formam uma Associação ou Missão.
Associações e Missões – formam uma União.
Uniões – formam a Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

 

 

 

 

 

 

 

 


 

Vamos atualizar esta página, contando um pouco de nossa historia como igreja local. aguarde.

 

 

 


 
 
 

Houve por bem a especial providência divina que a mensagem adventista por meio da página impressa penetrasse no Brasil em 1879. Embora disseminada no começo por mãos ímpias, a nossa literatura, a boa semente, encontrou corações receptivos e frutificou abundantemente em nosso país.

Em 1878, Burchard, jovem alemão residente em Brusque/SC, cometera um crime, e para escapar à justiça local, foi ao porto de Itajaí, onde entrou como clandestino a bordo de um navio. Distante já do Brasil, o comandante o descobriu, e ordenou-lhe trabalhar a bordo como tripulante. Foi assim que durante a viagem, o jovem veio a conhecer dois missionários adventistas em trânsito, os quais lhe perguntaram se havia evangélicos no Brasil, chegando mesmo a dar-lhe estudos bíblicos e literatura denominacional. Burchard lembrou-se então do seu padrasto, Carlos Dreefke, luterano, que apreciava literatura religiosa, e forneceu àqueles missionários o endereço dele em Brusque, para que lhe enviassem literatura gratuita.

Através do Porto de Itajaí, em 1884, deu entrada no Brasil o primeiro pacote de literatura do advento, destinado ao Sr. Dreefke, residente em Brusque. O pacote referido foi ter às suas mãos quando se encontrava no armazém do Sr. Davi Hort. Porém o Sr. Dreefke temendo uma cilada, recusou-se recebê-lo porquanto não fizera encomenda alguma semelhante. Por insistência do Sr. Hort, resolveu abrir a correspondência e encontrou exemplares do periódico adventista escrito em língua alemã “Stimme der Warheit” (Voz da Verdade), publicado pela imprensa denominacional de Battle Creek, nos Estados Unidos.

O Sr. Dreefke, após retirar uma revista, deu as revistas para diversas pessoas, inclusive ao Sr. Hort, o dono do armazém. O resultado foi imediato. Dez famílias residentes em Brusque se tornaram interessadas na mensagem do advento, passando a solicitar mais literatura através do Sr. Dreefke.

A demanda de publicações adventistas para o Brasil foi aumentando cada vez mais e isto causou apreensão ao Sr. Dreefke, pois temia a responsabilidade pelo pagamento e então decidiu suspender os pedidos futuros. O Sr. Chikrevitowski, pediu para continuar com a responsabilidade de realizar os pedidos, mesmo que tivesse que pagar algum valor pela literatura, mas seu entusiasmo não durou muito.

Já em 1884, surge outro personagem, por nome Dresler, que se ofereceu para pagar e distribuir toda a literatura adventista que lhe chegasse às mãos. Sua conduta pessoal era, porém, muito censurável. Banido da Alemanha, por seu próprio pai, um pastor luterano, e que desejava para o filho a missão de pastor, mas que tomou a decisão extrema de banir seu filho para evitar uma desonra maior para sua família, já que Dresler se tornara um ébrio, entristecendo profundamente o seu pai.

Para garantir sua subsistência, Dresler tornou-se professor elementar em Brusque, sem contudo abandonar o alcoolismo. Até mesmo das revistas de publicações adventistas por ele vendidas ele usava para sustentar o seu vício. Por vezes suas mãos ficavam tão trêmulas que as revistas lhe caíam em plena rua, ou nas casas em que penetrava. Assim, acidentalmente nossa literatura era encontrada por varias pessoas nos mais diversos lugares, inclusive chegou a servir para embrulhar mercadorias, porquanto Dresler chegava a trocá-la por bebidas alcoólicas com taverneiros, quando não tinha dinheiro.

Apesar de tudo, o interesse pelos periódicos foi sempre crescendo e para atender os pedidos, Dresler sempre pedia maior quantidade de publicações. Novas revistas lhe foram enviadas, como o “Hausfreund” (Amigo do Lar) e até livros pequenos e grandes. Porém toda a literatura recebida, e já avaliada em centenas de dólares, Dresler jamais pagou um centavo de dólar, e a maioria do dinheiro foi consumido em álcool.

Em 1887, Guilherme Belz, imigrante alemão que residia na colônia de Gaspar Alto/SC, veio visitar seu irmão em Brusque e deparou com o livro “Gedanken uber das Buch Daniel” (Comentário Sobre o Livro de Daniel) de Urias Smith, que seu irmão tinha adquirido das mãos de Dresler. 

O livro chamou atenção de Guilherme Belz e pediu-o emprestado a seu irmão, levou-o para casa e leu todo o livro com meditação e reflexão, impressionando-se com o capítulo “O Papado Muda o Sábado”. Acompanhando a leitura do livro com a Bíblia, convenceu-se de que o sábado é o dia de repouso original, instituído e ordenado pelo próprio Criador, e jamais a palavra de Deus autorizara em parte alguma a mudança do repouso sabático para outro dia. Em 1890 decidiu guardar o sábado com sua família, no que foi seguido posteriormente por vários vizinhos, totalizando vinte e duas pessoas. Foram os primeiros observadores do sábado no Brasil, mesmo sem conhecer nenhum missionário adventista.

Em maio de 1893, por designação da Associação Geral, o colportor Albert B. Stauffer chegou ao Brasil, desembarcando em São Paulo, após trabalhar por dois anos no Uruguai e na Argentina, com os seus companheiros E.W. Snyder e C. Nowlin. Recém chegado, Stauffer conheceu o Sr. Alberto Bachmeier, de origem alemã, revelando-lhe a mensagem adventista e conseguindo a sua conversão. Logo Stauffer o treinou na colportagem, e ambos passaram a vender a literatura denominacional em língua alemã, pois não havia em língua portuguesa. Isto tornava o trabalho dificultoso, pois tornava-se nescessário procurar pessoas de origem alemã que pudessem adquirir as revistas e os livros.

Bachmeier vendeu nossa literatura em Indaiatuba, Rio Claro, Piracicaba e em outras cidades do interior paulista e os primeiros interessados de São Paulo foram aparecendo: em Indaiatuba, a família de Guilherme Stein (pai); em Rio Claro, Guilherme e Paulina Meyer; e ainda em Piracicaba, o professor Guilherme Stein Jr. e senhora. Guilherme Stein Jr. era metodista e se converteu após leitura do livro “O Conflito dos Séculos”, da Sra Ellen White.

No início de 1894, chegou ao Brasil o segundo missionário adventista, W. H. Thurston, acompanhado da esposa, oriundo dos Estados Unidos. Sua missão era estabelecer no Rio de Janeiro um depósito de livros denominacionais para atender às nescessidades da colportagem local.

O mesmo navio que trouxe o casal Thurton para o Brasil, trazia juntamente o Pr. Francisco H. Westphal e família, que viajavam com destino à Argentina. O Pr. Westphal foi chamado pela Associação Geral para dirigir a Obra Adventista na América do Sul, e para batizar os primeiros adventistas da Argentina. Em 1895 o pastor Westphal foi chamado ao Brasil com o objetivo de batizar os primeiros conversos ao advento.

No mês de fevereiro de 1895, o Pr. Westphal desembarcou no Rio de Janeiro e acompanhado por Stauffer, o pastor seguiu primeiro para o interior de São Paulo a fim de batizar os primeiros conversos neste estado. O primeiro batizado foi o professor Guilherme Stein Jr, em abril de 1895, na cidade de Piracicaba, e seu batismo foi realizado no Rio Piracicaba, que na língua indígena significa colheita dos peixes.  Interessante o simbolismo, porque este primeiro batismo seria apenas o primeiro passo para uma grande colheita de almas.

O segundo batismo foi em Rio Claro, com dois conversos: Guilherme e Paulina Meyer e logo após mais seis conversos foram batizados em Indaiatuba; Guilherme Stein (pai) e senhora e mais quatro filhos.

A viagem seguinte do pastor Westphal foi para Santa Catarina, a fim de batizar os conversos descobertos por Bachmeier. Neste itinerário o pastor passou por várias localidades e pregou a mensagem nas cidades de Joinville, Blumenau e outras cidades do estado de Santa Catarina deixando interessados trinta observadores do sábado em Joinville, os quais foram preparados para um batismo futuro.

Em Brusque o pastor Westphal encontrou oito conversos, batizando-os no sábado 8 de junho de 1895. Três dias após, quinze pessoas foram batizadas em Gaspar Alto, inclusive Guilherme Belz e família, Augusto Olm e família, Anna Wagner e o colportor Alberto Bachmeier, que embora convertido ainda não tinha sido batizado. Após o batismo todos participaram da Santa Ceia.

Precisamente em Gaspar Alto foi organizada em fevereiro de 1896 a primeira Igreja Adventista no Brasil, sob a supervisão do pastor Huldreich Graf. Neste mesmo ano, porém, já existiam no Brasil cinco grupos de conversos adventistas que já realizavam a escola sabatina, nas seguintes cidades: Campo dos Quevedos e Taquari/RS; Joinville/SC; Curitiba/PR; e Rio Claro em São Paulo.

Na igreja de Gaspar Alto em 1898, foi estabelecida a primeira escola adventista no Brasil, iniciada por Guilherme Stein Jr.  Por volta de 1900 mais de cem membros pertenciam a igreja de Gaspar Alto, de onde saíram colportores, professores e alguns pastores que, unidos no mesmo ideal, trabalharam em regiões diversas espalhando a mensagem adventista pelo Brasil.

O aumento crescente de novos conversos e de interessados, principalmente nos estados da região sul do Brasil, Espírito Santo e Rio de Janeiro levou a Associação Geral a providenciar um pastor efetivo para o Brasil, bem como um dirigente da obra local. O primeiro foi o Pr. Huldreich Graft e o segundo o Pr. Frederico W. Spies. Viajaram e muito fizeram para o progresso da obra na qualidade de pioneiros, apesar dos muitos sacrifícios que tiveram de enfrentar no início de suas atividades, inclusive privações econômicas. Mas o que é essencial, é o fato de muitas almas serem ganhas pelos esforços de ambos os missionários, que lançaram bases firmes para o estabelecimento dos campos missionários que se seguiram.

A administração organizada do trabalho adventista no Brasil verificou-se, quase simultaneamente, no Rio de Janeiro em 1902, sob a supervisão do Pr. F. W. Spies, e em 1906, no Rio Grande o Sul (Taquari), a cargo do Pr. Huldreich Graf, os quais foram os primeiros dirigentes locais. Sendo que a região Sul do país ocorreu um maior progresso para a obra, naturalmente a primeira União estabelecida veio a ser a União Sul-Brasileira, em 1911.

Deus deu o crescimento em todas as áreas que abrangem a ação da Igreja, as publicações vieram primeiro.

No Brasil, a página impressa foi a cunha por excelência para a penetração da mensagem adventista; e o papel da colportagem a esse respeito ocupa um lugar destacado.

Além do desbravador A . B. Stauffer, dois irmãos colportores, Alberto e Frederico J. Berger, iniciaram no Rio Grande do Sul em 6 de agosto de 1895 o seu plano de vendas de literatura adventista nas colônias alemãs, porquanto só possuíam livros e periódicos em alemão, e ainda não existiam impressos em português com a nossa mensagem. Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Espírito Santo foram também trabalhados por estes valorosos colportores.

Estes pioneiros da colportagem eram verdadeiros heróis que rasgavam o sertão em sua montaria, levando seus livros, vivendo intrepidamente cada dia as suas surpresas e os percalços da jornada aventureira: calor, fome, chuva torrencial, frio, lama, ventania, muitas vezes dormindo ao relento e expostos a animais perigosos, mas não desanimavam em sua nobre missão.

A colportagem no Brasil começou a ter mais amplo campo de ação depois que a nossa literatura começou a sair em português.

A Casa Publicadora Brasileira é uma das 55 editoras pertencentes a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Foi fundada em Julho de 1900, no Rio de Janeiro, mas em 1905 foi transferida para Taquari, Rio Grande do Sul.

Em 1907 estabeleceu-se em Santo André, São Paulo, e lá permaneceu por 78 anos. Mudou-se para Tatuí, interior de São Paulo, em 1985 e foi edificada em um terreno com mais de meio milhão de metros quadrados. Sua área construída hoje, mede 18.000 m2 e isso a torna a terceira maior Editora dos Adventistas no mundo. Louvamos a Deus por isso!

O primeiro periódico a ser publicado em português foi “O Arauto da Verdade” em Janeiro de 1900. Na época ainda não estávamos totalmente estruturados e nem se quer tínhamos equipamentos para imprimirmos nossa própria literatura. Hoje, graças as bênçãos de Deus e a tecnologia criada pelo homem, nosso consumo mensal de papel é de 240 toneladas aproximadamente.

Nosso primeiro livro publicado foi “A Vinda Gloriosa de Cristo”, em 1907, e esse título traduz a razão de nossa existência: anunciar a segunda vinda de Jesus através da literatura.

Muitos de nossos livros estão editados em mais de 200 línguas e dialetos e, no Brasil, produzimos centenas de títulos dos quais você poderá agora conhecer e adquirir sem sair de casa. É a Casa abrindo as portas para estar mais perto de você! veja fotos

“Nada é mais importante do que a Educação de nossos jovens e crianças.” (E.G.White)

Onde penetra a mensagem adventista logo surgem escolas e colégios. Assim foi no Brasil, já no ano de 1896, em Curitiba/PR, numa casa à Rua Paula Gomes, 290, com o nome de Colégio Internacional  passou a funcionar o primeiro educandário adventista, dirigido pelo professor Guilherme Stein Jr chegando a alcançar uma matrícula de 120 alunos no seu primeiro ano de existência. A Escola foi transferida para um prédio na avenida Cândido de Abreu, no qual resta atualmente apenas uma parte incorporada à fachada do Shopping Muller.

Em 1898 foi estabelecida a primeira escola missionária no Brasil, em Gaspar Alto, sob a direção do Prof. Guilherme Stein. Diversos missionários passaram por esta escola.

A segunda escola missionária foi fundada em Taquari/RS, em agosto de 1903, tendo como diretor o professor Emílio Schenk, mas em 1910 foi fechada pela obra, pois um plano melhor havia sido delineado: o estabelecimento de uma escola Missionária em São Paulo, para melhor servir aos vários campos, por motivo que a escola de Taquari no RS, não estava bem localizada.

Assim, em 1915 a obra adquiriu um terreno de cerca de 70 alqueires, a 23 Km da cidade de São Paulo, próximo a Santo Amaro, nesta nova propriedade foi estabelecida a terceira escola missionária no Brasil, o Seminário Adventista, conhecido depois por Colégio Adventista Brasileiro e atualmente por Instituto Adventista de Ensino. Foram seus fundadores J. Lipke e J. H. Boehm, e o primeiro professor foi o irmão Paulo Henning, que no dia 4 de julho de 1915 ministrou a primeira aula a 12 alunos.

Neste novo seminário, professores e alunos irmanados trabalharam com afinco, movidos pelo mesmo ideal. Desta maneira uma simples granja no meio do mato foi transformada num belo local apropriado para o preparo educacional dos futuros obreiros, no Brasil.

Em anos sucessivos outros educandários foram estabelecidos no Brasil: em 1937, o Ginásio Adventista de Taquara (Taquara/ RS), atual Instituto Adventista Cruzeiro do Sul, em 1939 o Instituto Teológico Adventista, hoje atual Instituto Petropolitano Adventista de Ensino (Pretrópolis/RJ); em 1947 o Ginásio Adventista Paranaense, sediado em Curitiba; Em 1943 , o Educandário Nordestino Adventista; em 1950, próximo a Campinas (S.Paulo) começou a funcionar o Ginásio Adventista Campineiro, atual Instituto Adventista  São Paulo (IASP); em 1961 o Instituto Grão-Pará, em Belém.

Deus deu o crescimento em educação. Da escola de Gaspar Alto multiplicaram-se: internatos, escolas de 1º e 2º Grau, faculdades e agora também temos uma universidade.

Atualmente existe mais de 520 escolas (dados de 1999) distribuídas por todo o Brasil onde já estudaram mais de cento e vinte mil alunos.

A Obra médica, braço direito da mensagem, conforme Ellen White.

A IASD, em todos os tempos de sua existência, sempre contribuiu com as três necessidades básicas (segundo a ONU – Organização das Nações Unidas): Saúde, Educação e Social. A igreja acrescenta a quarta necessidade – Espiritual. Estas quatro necessidades básicas formam uma perfeita simbiose, quando levadas a efeito, para o bem-estar e salvação do ser humano. E nisto consiste a missão da igreja.

A reforma pró-saúde, em harmonia com Educação, Social e Publicações, constituem o pano de fundo da bandeira Adventista para a pregação do evangelho, em todas as partes do mundo.

Em 1896, o Pr. Huldreich Graf (missionário norte americano), começou a ministrar no Brasil, princípios de saúde em forma hidroterapia, outros tratamentos naturais, alimentação vegetariana e outros. Em 1900, o Dr. Abel Gregory, médico e dentista americano, veio por conta própria, para Rio do sul, ensinar princípios de saúde, segundo os Adventistas. Em 1907, também dos EEUU, chegaram ao Brasil como missionários a Dra. Luísa Wurtz e Corina Hoy, enfermeira, para o mesmo trabalho. Em 1914, na cidade de Santo Amaro, SP, em sua grande série de evangelismo público, o evangelista J. Lipke enfrentava uma grande oposição da igreja Católica. Quando a Dra. Wurtz e a enfermeira Hoy, começaram a ministrar palestras de reforma – pró-saúde, a oposição se acalmou, e o evangelismo seguiu em paz para fundar a atual igreja da cidade de Santo Amaro, a igreja pioneira da zona sul de São Paulo.

No Rio Grande do Sul, Ernesto Bergold, aceitou a verdade Adventista por meio da reforma pró-saúde. Em 1928, no norte do então do estado de Goiás (hoje Tocantins), Ilha do Bananal. N. Allen, começou o trabalho médico assistencial missionário, entre a tribo indígena Carajá. Em 1953, foi lançada no Rio Araguaia a lancha “Pioneira”, pilotada por Lair Montebelo. Enquanto isso, desde 1931, Leo e Jessie Halliwell, singravam o “rio-mar” Amazonas, curando e pregando aos milhares de ribeirinhos.

Em 1937, o presidente da União Sul Brasileira, pastor E. H. Wilcox (americano), chamou o Dr. Antônio Alves de Miranda, para ser o médico da União. Em 1939, foi fundada uma pequena clínica em São Paulo, chamada “Sanatório Boa Vista”. Em 1942, fundada a Casa de Saúde Liberdade, hoje, Hospital Adventista de São Paulo. Depois, vieram os demais hospitais e clínicas. Hoje temos no Brasil 4 clínicas e 7 hospitais.

A mensagem adventista no Brasil teve seu providencial e humilde começo ao seguinte tripé: Publicações, Educação e Saúde. Deste incipiente início, hoje, mais de 120 anos depois, podemos analisar os maravilhosos frutos que aí estão com 6 Missões, 23 Associações, 5 Uniões, muitas e prósperas instituições e até dezembro de 1999 mais de 930 mil membros batizados.

Deus tem abençoado ricamente Sua obra no Brasil, segundo podemos observar através deste rápido relatório histórico comparativo, passado e presente, que nos comprova que o trabalho e o sacrifício dos pioneiros que aqui vieram não foi em vão. Antes,  porém, veio a frutificar com abundância, repetindo mais uma vez a maravilhosa parábola do semeador, e do sucesso da semente que caiu em boa terra. Louvado seja o nome do Senhor!

“Nada temos a recear quanto ao futuro, a menos que nos esqueçamos a maneira pela qual o Senhor nos tem guiado, e os ensinos que nos ministrou no passado.” (Ellen White)

 


 
 
 

Em apenas um século e meio a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem crescido de um punhado de pessoas, que diligentemente estudaram a Bíblia em procura da verdade, para uma comunidade mundial de mais de oito milhões de membros e, outros milhões, que consideram a Igreja Adventista seu lar espiritual. Doutrinariamente, os Adventistas do Sétimo Dia são herdeiros do supradenominacional movimento Milleriano da década de 1840. Embora o nome “Adventista do Sétimo Dia” tenha sido escolhido em 1860, a denominação não foi oficialmente organizada até 21 de maio de 1863, quando o movimento incluia cerca de 125 Igrejas e 3.500 membros.

Entre 1831 e 1844, Guilherme (William) Miller - um pregador Batista e ex-capitão de Exército da Guerra de 1812 - lançou o grande despertar do segundo advento, o qual eventualmente se espalhou através da maioria do mundo cristão. Baseado em seu estudo da profecia de Daniel 8:14, Miller calculou que Jesus poderia retornar a Terra em 22 de outubro de 1844. Quando Jesus não apareceu os seguidores de Miller experimentaram o que veio a se chamar “O Grande Desapontamento”.

A maioria dos milhares que haviam se juntado ao movimento, saiu em profunda desilusão. Uns poucos no entanto, voltaram para suas Bíblias para descobrirem porque eles tinham sido desapontados. Logo eles concluíram que a data de 22 de outubro tinha na verdade estado correta, mas que Miller tinha predito o evento errado para aquele dia. Eles se convenceram que a profecia bíblica previa não o retorno de Jesus à Terra em 1844, mas que Ele começaria naquela data um ministério especial no céu para Seus seguidores. Assim, eles continuaram a esperar pelo breve retorno de Jesus, como fazem os Adventistas do Sétimo Dia ainda hoje.

Deste pequeno grupo que se recusou a desistir depois do grande desapontamento, surgiram vários líderes que construíram a base do que viria a ser a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Destacam-se dentre estes líderes um jovem casal - Tiago e Ellen White - e um capitão de navio aposentado, José Bates.

Este pequeno núcleo de “adventistas” começou a crescer - principalmente nos estados da Nova Inglaterra na América do Norte - aonde o movimento de Miller havia começado. Ellen White, apenas uma adolescente na época do grande desapontamento, desenvolveu-se em uma dotada escritora, oradora e administradora, se tornando, e permanecendo, a conselheira espiritual de confiança da família Adventista por mais de 70 anos até sua morte em 1915. Os primeiros Adventistas vieram a acreditar - como têm os Adventistas desde então - que ela desfrutou da direção especial de Deus enquanto ela escrevia seus conselhos para o crescente grupo de crentes.

Em 1860, em Battle Creek, Michigan, EUA, um punhado de congregações de Adventistas escolheram o nome Adventista do Sétimo Dia e em 1863 organizaram formalmente o corpo da Igreja com um número de 3.500 membros. No princípio, a atuação foi em grande parte limitada a América do Norte, até 1874 quando o primeiro missionário da Igreja, John Nevins Andrews, foi enviado para Suíça. A obra na África foi iniciada timidamente em 1879 quando Dr. H. P. Ribton, um recente converso na Itália, se mudou para o Egito e abriu uma escola, mas o projeto terminou quando tumultos começaram a surgir nas vizinhanças. O primeiro país cristão não-protestante a receber a Igreja foi a Rússia, aonde um ministro adventista foi enviado em 1886. Em 20 de outubro de 1890, a escuna Pitcairn foi lançada em São Francisco e logo designada para levar missionários para as ilhas do Pacífico. Missionários Adventistas do Sétimo Dia entraram pela primeira vez em países não-cristãos em 1894 - Costa Dourada (Gana), oeste da África, e Matalbeleland, África do Sul. No mesmo ano missionários vieram a América do Sul, e em 1896 havia representantes no Japão. A Igreja hoje tem atuação estabelecida em 209 países.

A publicação e distribuição de literaturas foram os principais fatores no crescimento do movimento do Advento. A ‘Advent Review’ e o ‘Sabbath Herald’ (hoje ‘Adventist Review’), órgão geral de comunicação da Igreja, foram lançados em Paris, Maine, em 1850; o ‘Youth’s Instructor’ em Rochester, Nova Iorque, em 1852; e o ‘Signs of the Times’ em Oakland, Califórnia, em 1874. A primeira Casa Publicadora denominacional em Battle Creek, Michigan, começou a operar em 1855 e foi devidamente incorporada em 1861 com o nome de Associação de Publicação Adventista do Sétimo Dia.

O Instituto de Reforma da Saúde, conhecido mais tarde como Sanatório Battle Creek, abriu suas portas em 1866, e a obra da sociedade missionária foi estabelecida a nível estadual em 1872, e 1877 viu a formação das Associações das Escolas Sabatinas em todo o Estado. Em 1903, a sede da denominação se mudou de Battle Creek, Michigan, para Washington, D.C., e em 1989 para Silver Spring, Maryland, aonde ela continua a formar o nervo central do trabalho sempre em expansão.

 


 

Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm crenças fundamentais como ensinam as Sagradas Escrituras. Estas crenças aqui expostas constituem a percepção e expressão que a Igreja sustém com respeito aos ensinos bíblicos.

1. As Escrituras Sagradas

As Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. (II Pedro 1:20 e 21; II Tim. 3:16 e 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5 e 6; Isa. 8:20; João 10:35; 17:17; I Tess. 2:13; Heb. 4:12).

2. A Trindade

Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo, e sempre presente. (Deut. 6:4; 29:29; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I Pedro 1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:6 e 7).

3. Deus Pai

Deus, O Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em constante amor e fidelidade. (Gên. 1:1; Apoc. 4:11; I Cor. 15:28; João 3:16; I João 4:8; I Tim. 1:17: Êxo. 34:6 e 7; João 14:9).

4. Deus Filho

Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Jesus sofreu e morreu na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas. (João 1:1-3 e 14; 5:22; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 5:18; 6:23; II Cor. 5:17-21; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; I Cor. 15:3 e 4; Heb. 2:9-18; 4:15; 7:25; 8:1 e 2; 9:28; João 14:1-3; I Ped. 2:21; Apoc. 22:20).

5. Deus Espírito Santo

Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis, são renovados e transformados por Ele, à imagem de Deus. Concede dons espirituais à Igreja. (Gên. 1:1 e 2; Lucas 1:35; II Pedro 1:21; Lucas 4:18; Atos 10:38; II Cor. 3:18; Efés. 4:11 e 12; Atos 1:8; João 14:16-18 e 26; 15:26 e 27; 16:7-13; Rom. 1:1-4).

6. Deus é o Criador

Deus é o Criador de todas as coisas e revelou nas Escrituras o relato autêntico de Sua atividade criadora. “Em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra” e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. (Gên. 1;2; Êxo. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6 e 9; 104; Heb. 11:3; João 1:1-3; Col. 1:16 e 17).

7. A Natureza do Homem

O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade e com o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilham dessa natureza caída e de suas conseqüências. (Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8; Atos 17:24-28; Gên. 3; Sal. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20).

8. O Grande Conflito

Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua Lei e Sua soberania sobre o Universo. Esse conflito originou-se no Céu, quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria, tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo. Observado por toda a Criação, este mundo tornou-se o palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. (Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12-14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 3; Gên. 6-8; II Pedro 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9).

9. Vida, Morte e Ressurreição de Cristo

Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam essa expiação, pela fé, possam ter vida eterna, e toda a Criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. (João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I João 2:2; 4:10; Col. 2:15).

10. A Experiência da Salvação

Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação, advém do poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos justificados. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no Juízo. (Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; João 3:16; II Cor. 5:17-21; Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; João 3:3-8; Mat. 18:3; I Pedro 1:23; 2:21; Heb. 8:7-12).

11. Crescimento em Cristo

Por sua morte na cruz, Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele, que subjugou os espíritos demoníacos durante Seu ministério terrestre, quebrantou o poder deles e garantiu Sua condenação final. A vitória de Jesus nos dá a vitória sobre as forças do mal que ainda buscam controlar-nos, enquanto caminhamos com Cristo em paz, gozo e na segurança de Seu amor. Agora, o Espírito Santo mora em nosso interior e nos dá poder. Continuamente consagrados a Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos libertos do fardo de nossas ações passadas. Não mais vivemos nas trevas, sob o temor dos poderes do mal, da ignorância e a insensatez de nossa antiga maneira de viver. Nesta nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer à semelhança de Seu caráter, mantendo uma comunhão diária com Ele por meio da oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nela e na providência divina, cantando em Seu louvor, reunindo-nos para adorá-Lo e participando na missão da Igreja. Ao entregar-nos ao Seu amorável serviço por aqueles que nos rodeiam e ao testemunharmos de sua salvação, a presença constante do Senhor em nós, por meio do Espírito, transforma cada momento e cada tarefa em uma experiência espiritual. (Salm. 1:1,2; 23:4; 77:11,12; Col. 1:13, 14; 2:6, 14,15; Luc. 10:17-20; Efés. 5:19, 20; 6:12-18; I Tess. 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Cor. 3:17,18; Filip. 3:7-14; I Tess. 5:16-18; Mat. 20:25-28; João 20:21; Gál. 5:22-25; Rom. 8:38,39; I João 4:4; Heb. 10:25.

12. A Igreja

A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Unimo-nos para prestar culto, para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para o serviço a toda a humanidade e para a proclamação mundial do Evangelho. A Igreja é a Família de Deus. A Igreja é o corpo de Cristo. (Gên. 12:3; Atos 7:38; Mat. 21:43; 16:13-20; João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17; I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15).

13. O Remanescente e sua Missão

A Igreja universal compõe-se de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. (Mar. 16:15; Mat. 28:18-20; 24:14; II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27; Apoc. 21:1-14).

14. Unidade no Corpo de Cristo

A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de toda nação, tribo, língua e povo. Todos somos iguais em Cristo. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras, partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Essa unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos. (Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés. 4:1-6; João 17:20-23; Tiago 2:2-9; I João 5:1).

15. O Batismo

Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida, sendo aceitos como membros por Sua Igreja. É por imersão na água e segue-se à instrução nas Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos. (Mat. 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6; Gál. 3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:12 e 13; I Pedro 3:21).

16. A Ceia do Senhor

A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Senhor e Salvador. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a Cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo, e para unir nossos corações em amor. (Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30; 10:16 e 17; João 6:48-63; Apoc. 3:20; João 13:1-17).

17. Dons e Ministérios Espirituais

Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o Qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pelo Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino. (Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28; Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I Pedro 4:10 e 11; Col. 2:19; Mat. 25:31-36).

18. O Dom de Profecia

Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. (Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10).

19. A Lei de Deus

Os grandes princípios da Lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas. Esses preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma do julgamento de Deus. (Êxo. 20:1-17; Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal. 19:7-13; João 14:15; Rom. 8:1-4; I João 5:3; Mat. 22:36-40; Efés. 2:8).

20. O Sábado

O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o Sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da imutável Lei de Deus requer a observância deste Sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e prática de Jesus, o Senhor do Sábado. (Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Heb. 4:1-11; Deut. 5:12-15; Isa. 56:5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; Mar. 2:27 e 28).

21. Mordomia

Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus, por meio de fiel serviço à Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu Evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua igreja. (Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14).

22. Conduta Cristã

Somos chamados para ser um povo piedoso, que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzirão em nossa vida, pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo. (I João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1 e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e10; Lev. 11:1-47; II Cor. 7:1; I Pedro 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8).

23. Matrimônio e Família

O Casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus, bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outro, comete adultério. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcançar completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. (Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; João 2:1-11; Efés. 5:21-33; Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov. 22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; Mar. 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Cor. 7:10 e 11).

24. O Ministério de Cristo no Santuário Celestial

Há um santuário no Céu. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios de Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos será digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, está preparado para a trasladação ao Seu reino eterno. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo advento. (Heb. 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24-27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12).

25. A Segunda Vinda de Cristo

A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. (Tito 2:13; João 14:1-3; Atos 1:9-11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II Tess. 2:8; Mat. 24; Mar. 13; Lucas 21; II Tim. 3:1-5; Joel 3:9-16; Heb. 9:28).

26. Morte e Ressurreição

O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. (I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6:23; I Cor. 15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom. 8:35-39; João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; João 5:24).

27. O Milênio e o Fim do Pecado

O milênio é o reinado de mil anos, de Cristo com Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante este tempo serão julgados os ímpios mortos. No fim desse período, Cristo com Seus Santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O Universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores. (Apoc. 20; Zac. 14:1-4; Mal. 4:1; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II Pedro 2:4; Ezeq. 28:18; II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21).

28. A Nova Terra

Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos, em Sua presença. (II Pedro 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35; 65:17-25; Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15).

 

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